Cao Hui e as vísceras

Há algo tão fascinante quanto perturbador nas esculturas do artista chinês Cao Hui. Feitas com resina, elas propõem uma inversão interessante: enquanto objetos inanimados (como poltronas, bolsas e casacos) são revelados com vísceras e outros órgãos, animais “de verdade” parecem plastificados e artificiais. Confira.

Objetos disfuncionais de Jeremy Hutchison

O artista Jeremy Hutchison convidou trabalhadores de fábricas de países como China, Índia, Turquia e Paquistão a inserir algumas modificações em objetos que produzem em massa, diariamente. A ideia era transformar itens do dia a dia em objetos artísticos disfuncionais. Mas Hutchison foi além e criou uma marca para sua linha de produtos inúteis: a Erratum, com site e tudo. Confira.

Borboletas quebradas

A artista holandesa Anne ten Donkelaar criou uma série bem curiosa a partir de borboletas “danificadas”. Num esforço de imaginação, ela reconstituiu algumas borboletas que encontrou por aí com diversos materiais, incluindo linha, pregos, mapas, raízes de plantas e até ouro. Clique e confira os estranhos resultados de sua empreitada artística.

Andrei Pervukhin

O artista russo Andrei Pervukhin vem se destacando na arte conceitual. Contratado pela Inno Games para fazer arte para títulos de videogame, o cara não para de produzir, uma arte mais interessante que a outra e quem ganha com isso é claro é o público.

Iconografia Paulistana de Gustavo Piqueira

O designer Gustavo Piqueira, que já lançou 12 livros, desenhou alfabetos e ilustrou mais de dez livros infantis, após coletar quase cinco mil imagens da São Paulo contemporânea, lançou sua Iconografia Paulistana da editora Martins Fontes. O livro mistura imagens reais a textos fictícios para representar, com um humor corrosivo, um divertido retrato da metrópole que se gaba de seu cosmopolitismo, mas que tem um horroroso cotidiano.